2007

TUCURUÍ: AINDA MAIOR 
A Eletronorte guarda a sete chaves um novo projeto: construir uma terceira casa de máquinas na hidrelétrica de Tucuruí, no rio Tocantins. A barragem da usina, que é a segunda maior do Brasil e a quarta do mundo, seria prolongada pela margem direita para aproveitar a água excedente no pique do inverno, como agora. O assunto já está na Presidência da República. 
Nº 383 • JANEIRO DE 2007 • 1ª QUINZENA

MÊS UM: PARA ONDE?
O governo Ana Júlia ainda não tem uma marca definida. Balança entre suas alas e a composição com aliados. Procura conciliar elementos opostos sem deixar de formar sua própria base política. Mas será muito difícil promover mudanças de verdade com essa prática. 
Nº 384 • JANEIRO DE 2007 • 2ª QUINZENA

PARÁ DE HOJE: CHICAGO?
A disputa entre os Maiorana e Jader Barbalho se transformou numa guerra suja. Os dois contendores perderam o próprio controle e descambaram para uma agressão tão rasteira que passou a ofender o decoro público. Se não pararem, como será aproxima batalha? 
N° 385 • FEVEREIRO DE 2007 • 1ª QUINZENA

É POR BAIXO DOS PANOS?
Fez-se incômodo silêncio depois que a juíza Rosileide Filomeno rejeitou a ação popular contra o “convênio” entre a Funtelpa e a TV Liberal. A decisão não era para ter qualquer efeito legal, mas parece que teve conseqüências práticas: criou um ambiente favorável a um novo entendimento. Agora, à distância da opinião pública? 
Nº 386 • FEVEREIRO DE 2007 • 2ª QUINZENA

PARA VENDER MAIS
Numa iniciativa rara na imprensa, o jornal O Liberal reduziu em 20% o seu preço de venda. Foi uma medida de surpresa. Para tentar atrair ainda mais o leitor em fuga, passou também a oferecer calendário de mulher nua. É uma prova de força ou o reconhecimento da fraqueza? 
Nº 387 • MARÇO DE 2007 • 1ª QUINZENA

O ENCANTO ACABOU?
A cabeleira e a esteticista da governadora se tornaram assessoras especiais do governo. Ficaram nos cargos por um mês, até a denúncia pela imprensa. Obrigado a demiti-las, o governo diz que foi um acidente. O culpado? Ora, o mordomo. São confusões secundárias ou há essas confusões porque só o secundário predomina? Três meses depois, Ana Júlia Carepa chega à mídia nacional. Mas isso não é mérito. 
Nº 388 • MARÇO DE 2007 • 2ª QUINZENA

O QUE FICA: O BURACO
Há meio século começou o ciclo dos “grandes projetos” na Amazônia, com o embarque do primeiro carregamento de manganês do Amapá. Os projetos se multiplicaram desde então, as histórias se repetem, mas ninguém parece interessado em tirar as lições que elas podem oferecer. Por isso, repetem-se os erros. 
• Nº 389 • No 389ABRIL DE 2007 • 1ª QUINZENA

QUEM AINDA VOTA EM JADER?
Em 1974 o jovem advogado e deputado estadual Jader Barbalho era o líder inconteste da oposição no Pará, como lembrou o presidente Lula em Brasília. Três décadas depois, quantos dos seus eleitores continuam votando em Jader? Sua trajetória de enriquecimento pessoal engoliu seus dividendos políticos. 
Nº 390 • ABRIL DE 2007 • 2ª QUINZENA

A VIOLÊNCIA DE BELÉM
O assassinato dos irmãos Novelino exibe as marcas da violência na cidade. Desta vez, a polícia agiu rapidamente e com eficiência. Mas o enredo do drama não está concluído. Muitas perguntas ainda são feitas nos bastidores da versão oficial. Enquanto não forem respondidas, o interesse coletivo não estará atendido. 
Nº 391 • MAIO DE 2007 • 1ª QUINZENA

PERDIDO NA PARTIDA
Qual o saldo de cinco meses do governo Ana Júlia Carepa? Muita energia, tempo, crédito e imagem desperdiçados em crises secundárias: nepotismo, contratação irregular, relações duvidosas, disputas intestinas. A gestão do PT ainda não conseguiu chegar ao principal: as mudanças que podem melhorar a difícil situação do Pará. Para fazê-las é que foi eleito. 
Nº 392 • MAIO DE 2007 • 2ª QUINZENA

A VERDADE SE ALEVANTA
A imprensa já tem uma garantia: há juízes no Pará que reconhecem a importância da crítica. Jornalista que procede corretamente na fiscalização do poder, em nome da sociedade, abordando temas de interesse público, pode exercer o seu ofício. É a posição firmada pela juíza da 7ª vara penal de Belém. Ela está sozinha ou demarca uma nova posição no judiciário? 
Nº 393 • JUNHO DE 2007 • 1ª QUINZENA

O MAIOR ACIDENTE INDUSTRIAL
Mesmo que não tenha havido contaminação da água, o vazamento de caulim produzido pela Imerys em Barcarena foi o maior acidente industrial já registrado no Pará. Não é o primeiro nem será o último que acontece na região, em parte pelo excesso de concentração de fábricas. Serve de alerta para o futuro: um novo acidente pode ser muito mais grave. 
Nº 394 • JUNHO DE 2007 • 2ª QUINZENA

A CONTA DO BILHÃO
A Vale já começou a comemorar um aniversário que só acontecerá em outubro: o primeiro bilhão de toneladas de minério de ferro produzido em Carajás. Se seus planos derem certo, o 2º bilhão acontecerá em menos de uma década. E toda a melhor jazida de minério de ferro acabará em mais um século. O que sobrará para nós destas festas? As batatas? 
Nº 395 • JULHO DE 2007 • 1ª QUINZENA

A CAÇA AO PODER
Os Maiorana e os Barbalho estão em nova rodada de escaramuças. Desta vez não é apenas por motivos políticos: as razões comerciais se tornaram mais fortes. Agora, o grupo Liberal já não é o único dono das comunicações no Pará. A situação mudou de vez ou pode reverter? É o que está por trás da nova temporada de acusações. 
Nº 396 • JULHO DE 2007 • 2ª QUINZENA

CANDIDATO A MENOS
O escândalo na Secretaria de Saúde do Estado poderá queimar uma das candidaturas que vinha sendo trabalhada para a prefeitura de Belém, na eleição do próximo ano: a do ex-deputado federal José Priante. Ruim para o PMDB? Talvez não para o seu dono, o ex-governador Jader Barbalho. 
Nº 397 • AGOSTO DE 2007 • 1ª QUINZENA

AGORA, É CURIONÓPOLIS
O futuro do Pará está indissoluvelmente associado à mineração. Por uma razão: seu subsolo é muito rico. Mas a exploração dessa riqueza não tem resultado em desenvolvimento. A cada novo projeto renascem as esperanças, mas elas se frustram com o tempo. Esse ciclo vai se repetir com a nova mina de ferro da CVRD, em Serra Leste? Esta é a questão. 
Nº 398 • AGOSTO DE 2007 • 2ª QUINZENA

QUAL PARÁ QUEREMOS?
O Pará, o atual, ou o que os separatistas querem criar, não consegue conciliar a exploração das suas riquezas naturais com o progresso. Manter tudo como está para ver como vai ficar significa consolidar e perenizar as distorções que estão fazendo o Estado crescer como rabo de cavalo: sempre para baixo. 
Nº 399 • SETEMBRO DE 2007 • 1ª QUINZENA

O JORNAL DO LEITOR
Qual o maior presente que uma publicação como esta pode receber na comemoração dos seus 20 anos de vida? O retorno do seu leitor. O Jornal Pessoal é, rigorosamente, um jornal do leitor, como poucos o foram na história da imprensa. Depende apenas dele, na mais democrática e profunda das relações. O jornal se oferece quinzenalmente nas bancas de revistas àqueles que se dispõem a procurá-lo e adquiri-lo. A relação, portanto, depende tanto do jornal quanto do leitor. 
Nº 400 • SETEMBRO DE 2007 • 2ª QUINZENA

GRUPO LIBERAL NO FIM?
Uma boataria se espalhou pela cidade: o grupo Liberal pediu falência. A verdade não é essa e a interpretação não é exatamente a que se espalhou tão rapidamente em Belém, como o fogo na floresta amazônica. Mas há um fundo de verdade em tanta informação desencontrada. 
Nº 401 • OUTUBRO DE 2007 • 1ª QUINZENA


ELA ENRIQUECE. E NÓS?
A Companhia Vale do Rio Doce está cada vez mais rica e internacionalizada. Quando aumenta sua presença em outros países, acata as exigências que lhe são feitas pelos governos locais, inclusive sobre os trabalhadores. Não é da mesma maneira que procede no Brasil. Aqui, desrespeita os direitos do trabalhador, que paga a conta do crescimento. 
Nº 402 • OUTUBRO DE 2007 • 2ª QUINZENA

O AUTOR DA NOVELA
É da prisão que o principal assassino dos irmãos Novelino comanda agora os novos capítulos dessa história, às vésperas do seu julgamento pelo tribunal do júri. Como é que o ex-investigador Sebastião Cardias tem esse poder? O que é que ele pretende? Quem está por trás dele? São perguntas atrás de urgentes respostas. 
Nº 403 • NOVEMBRO DE 2007 • 1ª QUINZENA

NOVIDADE AOS 61 ANOS
Hoje, O Liberal é o mais antigo diário em circulação no Pará. Mas divide o mercado com o Diário do Pará. No dia 15, a fase atual, comandada pelos herdeiros de Romulo Maiorana, se tornou a mais longa das três etapas da vida do jornal, que já foi o líder. Qual o seu futuro? 
Nº 404 • NOVEMBRO DE 2007 • 2ª QUINZENA

O QUE NINGUÉM VÊ
Toda vez que se mira no espelho do mundo, o Pará percebe que seu reflexo é triste e assustador. A repetição dessa sensação ruim foi ocasionada agora por mais um caso de brutalidade, que devolve o Estado a um tempo primitivo. Desta vez a inércia diante do absurdo foi quebrada. Terá alguma conseqüência 
Nº 405 • DEZEMBRO DE 2007 • 1ª QUINZENA

UM NOME, NÃO UMA ÉPOCA
Chega ao fim a vida pública de Almir Gabriel, dono de um dos mais brilhantes currículos na política paraense. A despedida solitária pode indicar que, depois de se mudar para São Paulo, seu legado não será suficiente para criar uma legenda e garantir sua perenidade. Provavelmente será apenas “mais um” dentre os políticos paraenses. 
Nº 406 • DEZEMBRO DE 2007 • 2ª QUINZENA
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