2003

O PÚBLICO VAI GANHAR? 
A Companhia Vale do Rio Doce terá mais compromisso com o Estado e o grupo Liberal com a informação? Por faltar a ambas as partes identidade com a verdade, por enquanto essa é uma briga sem mocinhos pelo meio. 
No 306/ AGOSTO DE 2003/1a QUINZENA

FLORESTA PRA INGLÊS VER? O governo Lula diz que vai mudar a cultura do desmatamento pela cultura da floresta na Amazônia. Mas na hora de levar a sério esse compromisso, os órgãos do governo federal preferem ficar atrás do papel e da retórica.
No 307/ AGOSTO DE 2003/ 2a QUINZENA

CADÊ OS CANDIDATOS?As articulações para a eleição do próximo ano já começaram. A maior aliança em perspectiva é a do PSDB com o PMDB. Apesar do acerto entre o governador Simão Jatene e o deputado federal Jader Barbalho, a candidatura para Belém não está decidida.
No 308/SETEMBRO DE 2003

 O CORONEL ATACA OUTRA VEZ 
Com sua base no Maranhão, o senador José Sarney ataca para todos os lados, influindo tanto no Nordeste quanto na Amazônia. Ele ataca novamente no Pará, influindo em nomeações e fazendo valer sua influência na administração petista.
No 309/OUTUBRO DE 2003/1a QUINZENA

O SONHO ACABOU 
Para a maioria das pessoas que se mudou para a Amazônia e para as que nela sempre tiveram sua moradia, o sonho da fronteira se frustrou. Cresceu menos do que o resto do país e o que produziu está nas mãos de cada vez menos gente.
No 310/OUTUBRO DE 2003/2a QUINZENA

A CAIXA PRETA DA GEOPOLÍTICA SERÁ ABERTA? 
Maior projeto de geração de informação da Amazônia, o Sivam não tem sido discutido à altura do seu tamanho, no valor de dois bilhões de dólares. No momento em que seu início sofre atraso e suscita novas polêmicas. No 311/NOVEMBRO DE 2003/1a QUINZENA

PRONTA PARA EXPLODIR 
Uma cena inédita (madeireiros sitiando servidores federais)mostrou, na semana passada, que o antagonismo em torno da exploração da floresta amazônica pode assumir um radicalismo sem paralelo se o governo não interferir. No 312/NOVEMBRO DE 2003/2a QUINZENA

MAIS UM ESTALEIRO 
Filhos e noras do ex-governador Hélio Gueiros são apontados como participantes de um dos projetos irregulares do acervo negativo da extinta (e ainda não renascida) Sudam. Depois do “caso” da Ebal, é a vez do Estaleiro Maguari.
No 313/DEZEMBRO DE 2003/1a QUINZENA






A HISTÓRIA ACABOU. COMO O SONHO? 

Viver conscientemente na Amazônia implica brigar contra dois moinhos, que não são de vento. Um é o fatalismo colonial. O outro moinho é um fatalismo geográfico. O homem florestal está condenado a desaparecer antes mesmo de nascer.
No 314/DEZEMBRO DE 2003/2a QUINZENA

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